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Dezembro se aproxima e com ele uma dúvida muito comum aos pais: onde meu filho vai estudar no próximo ano? O cenário caótico dos serviços públicos – resultado de uma crise que assola o país há alguns anos – deixa poucas opções. Afinal, as poucas instituições públicas de reconhecida qualidade têm acesso restrito. Um colégio particular representa um custo a mais no orçamento familiar, sem dúvidas, mas este representa também um investimento no futuro, o que pode representar ganhos a longo prazo.

Há um mês, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por 6 votos a 5, o marco temporal para que uma criança seja matriculada no Ensino Fundamental, em resposta à contestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). Com isso, cumpre-se o já previsto pelo Conselho Nacional de Educação (CNE): apenas crianças que completem 6 anos até o dia 31 de março podem ser matriculadas no 1º ano. Com a palavra final da Suprema Corte, se evita, assim, decisões pela judicialização da educação básica, já que pais em todo o Brasil, conseguiam, até a decisão do STF, garantir a matrícula de filhos fora dessa idade de corte.

O momento de férias na vida escolar é lembrado por todos nós com grande prazer. Viajávamos para a casa de parentes, praia, sítio, entre tantos outros lugares. E além da função de descanso, as férias também cumprem um importante objetivo na formação do aluno.

A leitura é um hábito essencial na vida de todos nós. Por meio dela, voltamos à outras épocas, nos tornamos conscientes de nosso passado como sociedade, entendemos nosso presente e refletimos sobre o futuro. Assim, o ato de ler é mais que uma ação em busca de conhecimento ou cultura – é em si civilizatório, criador de um senso cívico no ser humano.