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É bem verdade que, atualmente, somos mais conectados do que nunca. Usamos nossos telefones celulares como ferramentas para quase todos os afazeres do cotidiano. Isso está diretamente ligado ao avanço tecnológico: nas últimas décadas, os aparelhos deixaram de ser meros telefones e mensageiros para se tornarem um canivete suíço digital. 

 

E por mais que este cenário seja de grande otimismo pela praticidade que nos traz estes aparelhos, é importante estar atento aos problemas que traz a tecnologia. Um deles é a nomofobia: um mal-estar causado pela falta de uso de telefones celulares. O termo tem sua etimologia da contração de "no-mo" (termo em inglês para "sem telefone"), e fobia, sinônimo de medo ou desconforto. 

 

Por mais que se pareça algo extremo, a nomofobia já é um quadro clínico comumente diagnosticado em consultórios de psicologia pelo mundo inteiro, especialmente em países com alto índice de que conexão à internet. 

 

As causas para este transtorno são as mais variadas. Uma das mais populares está associada à outro transtorno: o FOMO - Fear of Missing Out (Medo de Perder, ou Medo de Não Saber). Esta fobia, por sua vez, descreve a ansiedade de não saber o que acontece no mundo. Os aparelhos digitais, por sua incrível capacidade de informação instantânea, levou este tipo de fobia à níveis jamais vistos. 

 

Outra causa para a nomofobia é o conforto que o ambiente digital traz para usuários. Normalmente, o internauta procura grupos na web que se assemelhe ao seu próprio perfil, em termos  de gosto, ideologia política, idade, gênero e diversos outros fatores. Com o aprimoramento dos algoritmos de redes sociais, o aparecimento de bolhas sociais na rede se tornou algo ainda mais profundo.


Este cenário gera no usuário um encantamento com o ambiente virtual, em detrimento do espaço físico. Além do transtorno depressivo, gera graves problemas sociais, como a perda de pluralidade nos debates públicos, o que afeta a civilidade na sociedade. 

 

O acesso às tecnologias digitais é um grande avanço da humanidade, mas deve ser usado com sabedoria e de forma regrada. É importante entender suas partes boas e aquilo que é perigoso para nosso bom desenvolvimento.

"Quem gosta de ler não morre só", a famosa frase de Ariano Suassuna, grande escritor e dramaturgo brasileiro representa bem a importância da introdução da leitura em nossas vidas, principalmente, desde a infância. O hábito da leitura é essencial para a formação de nosso repertório intelectual, aumento do vocabulário e, de fato, uma opção de lazer que pode ser feita em qualquer lugar. Ler é um hábito que se cria e isso deve ser estimulado desde as primeira palavras aprendidas pelas crianças, na pré-escola, por volta dos cinco anos. No entanto, o hábito da leitura deve ser introduzido antes mesmo do aprendizado, com a leitura sendo feita pelos pais, como um momento de união entre os dois.

A internet veio para ficar. Por mais que o uso indiscriminado da rede traga inegáveis malefícios para o aprendizado, sobretudo entre jovens, o recurso é também uma potente ferramenta de estudo, quando bem utilizado. Mais que excluir essa realidade incontornável em nossas vidas que é a tecnologia, importa, portanto, aprender a domar seu uso. É sobre isso este texto.

Já é passado algum tempo desde que os jogos infantis começaram a atrair a atenção dos professores em sua prática docente. Com efeito, constatou-se, por inúmeros estudos de caso, que o brincar é também uma forma de desenvolvimento intelectivo das crianças, devendo, por isso, ser estimulado como gerador de criatividade e meio de desenvolvimento do raciocínio lógico.

O sistema binário (também conhecido como ‘base 2’) é um sistema codificado que representa imagens, letras e, inclusive, outros números a partir de dois numerais: zero e um. Conhecido como o código básico de funcionamento dos computadores modernos, o sistema binário é extremamente importante para o desenvolvimento tecnológico em nosso tempo.

Janeiro está aí e os estudantes só pensam em uma coisa: férias! Sabemos da importância do descanso. É o momento de recarregar as baterias para o próximo ano letivo, e por isso o repouso é fundamental por possibilitar ao aluno um retorno proveitoso. Entretanto, será mesmo que as férias servem exclusivamente ao lazer? E se tivéssemos como articular diversão e aprendizagem? Seria uma ótima pedida! Pois ela é possível.

A infância é aquela maravilhosa fase da vida de nossos filhos antes deles começarem a dar trabalho. A frase impressionista é, claro, uma brincadeira; mas não está totalmente errada. Se os pais acham que seus filhos pequenos exigem atenção e geram preocupação, esperem até a chegada da adolescência!

Dezembro se aproxima e com ele uma dúvida muito comum aos pais: onde meu filho vai estudar no próximo ano? O cenário caótico dos serviços públicos – resultado de uma crise que assola o país há alguns anos – deixa poucas opções. Afinal, as poucas instituições públicas de reconhecida qualidade têm acesso restrito. Um colégio particular representa um custo a mais no orçamento familiar, sem dúvidas, mas este representa também um investimento no futuro, o que pode representar ganhos a longo prazo.

Há um mês, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por 6 votos a 5, o marco temporal para que uma criança seja matriculada no Ensino Fundamental, em resposta à contestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). Com isso, cumpre-se o já previsto pelo Conselho Nacional de Educação (CNE): apenas crianças que completem 6 anos até o dia 31 de março podem ser matriculadas no 1º ano. Com a palavra final da Suprema Corte, se evita, assim, decisões pela judicialização da educação básica, já que pais em todo o Brasil, conseguiam, até a decisão do STF, garantir a matrícula de filhos fora dessa idade de corte.